Não importa se no livro ou no filme a história é basicamente a seguinte:
Andrea Sachs (Anne Hathaway ) acaba de se formar em jornalismo e consegue um emprego como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), a editora-chefe da mais famosa revista de moda, a Runway.
“O emprego que um milhão de garotas daria a vida pra conseguir”
Saindo-se bem na Runway, um milhão de oportunidades surgirão e o sonho de Andrea estará mais próximo de ser alcançado, entretanto, ser assistente de Miranda não é uma tarefa tão simples e a cada minuto ao seu lado, fica mais fácil perceber que o preço a ser pago pelo sucesso pode ser alto.
Como em qualquer adaptação para o cinema, não esperei fidelidade total a história e acho que também não me importei muito por ter visto o filme antes de ler a obra. Mas algo que me chamou a atenção durante a leitura, foi a personagem Andrea, que é loira, debochada, fumante, tem uma amiga alcoólatra e um namorado perfeito e que na adaptação para as telas foi transformada em uma garota que me pareceu comportada demais, com medo demais e “atitude” de menos.
Não estou dizendo que a personagem original seja a senhora “Oi, eu sempre sei o que eu tô fazendo”, ela é só normal. Arrisca, quebra a cara, xinga, magoa, pede desculpas, não dá tanto valor no namorado que tem e nem sempre está ali quando a melhor amiga precisa. E é tudo isso que faz com que ela pareça mais “real” e até melhor.
O Diabo Veste Prada foi o livro que escolhi pra abrir as leituras de 2011 por ser uma leitura leve e fácil. Gostei bastante e recomendo pra quem tá afim de algo leve e ainda assim interessante.
O Diabo Veste Prada – Lauren Weisberger

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